Primeiro rolo de Ektar 100

Eu já ouvi falar muito bem sobre o Kodak Ektar 100 (fora o preço). É sempre complicado experimentar um filme caro porque, uma vez que se experimenta algo bom que te agrada, fica difícil voltar para o padrão anterior.

Copyright 2024 Saulo Paiva – Nikon F6, AF Nikkor 50mm f/1.8 D, Kodak Ektar 100, modo A, 1/320, f/2.8

A imagem me parece muito natural, super agradável. Muito ajuda o Silverfast ter um perfil para o Ektar no modo Negafix, gerando cores certas independentemente dos perfis de cor dos meu scanner e monitor.

Copyright 2024 Saulo Paiva – Nikon F6, AF Nikkor 50mm f/1.8 D, polarizador circular, filtro UV, filtro Nikon A2, modo P, 1/160, f/5.6, Kodak Ektar 100

O Ektar 100 se comportou muito bem com a minha frota padrão de filtros. Consegui a saturação de um slide mas com a nitidez das sombras de um negativo. Dá para reparar bem como as sombras têm uma tonalidade esquisita, e como a imagem é tão nítida que nem parece foto analógica.

A 100%, pode-se ver a riqueza e nitidez dos detalhes – até o trilho da cortina! O arquivo final tem o equivalente a 13 megapixels.
Copyright 2024 Saulo Paiva – Nikon F6, AF Nikkor 50mm f/1.8 D, 1/100, f/8, Kodak Ektar 100, modo P

Ele também lida muito bem com situações de grande contraste.

Copyright 2024 Saulo Paiva – Nikon F6, AF Nikkor 50mm f/1.8 D, 1/250, f/9, Kodak Ektar 100, modo P
Os detalhes são ótimos. E eu nem tenho o melhor scanner do mundo!
Copyright 2024 Saulo Paiva – Nikon F6, AF Nikkor 50mm f/1.8 D, 1/80, f/4, Kodak Ektar 100, modo P

É um filme que sai do scanner com as cores quase perfeitas, com detalhe da máquina digital e tempo de edição zero: o removedor de poeira do scanner funciona perfeitamente. Será que eu achei o meu filme colorido padrão? Só não gostei muito dele para retratos. Todas as fotos ficaram meio avermelhadas.

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